Falta de professores: ministro assegura aulas na maioria
Falta de professores: ministro assegura aulas na maioria
Falta de professores: ministro assegura aulas na maioria foi a mensagem transmitida hoje por Fernando Alexandre, ao sublinhar que apenas mil dos cerca de 130 mil horários docentes permanecem vagos, correspondendo a 0,7 % do total.
Situação dos horários por preencher
Falando em Portalegre, à margem da inauguração de uma residência do Instituto Politécnico local com 203 camas, o ministro da Educação reiterou que “na grande maioria dos casos” os estudantes continuam a ter aulas, mesmo quando há horários por preencher. De acordo com o governante, 78 % das escolas públicas apresentaram pelo menos um horário em aberto na semana passada, mas isso não implicou suspensão de aulas.
Rotatividade prevista ao longo do ano
Fernando Alexandre antecipou que a reposição de docentes será um processo contínuo: cerca de quatro mil professores deverão aposentar-se em 2024, obrigando à substituição de, em média, 400 profissionais todos os meses. O ministério, garantiu, está a “acelerar” os procedimentos para minimizar lacunas.
Foco geográfico do problema
Dos 809 agrupamentos escolares existentes, 38 registam mais de dez horários por preencher, sendo 70 % destes casos concentrados na Grande Lisboa e na Península de Setúbal. “O problema da falta de professores é muito sério, mas localizado, não afeta o país inteiro”, frisou o ministro.
Imagem: Lusa
Contexto oficial
A tutela divulgou na segunda-feira dados que confirmam a dimensão limitada do fenómeno. Mais informações podem ser consultadas no portal do Ministério da Educação, onde são actualizados os números de colocações.
Em síntese, a falta de professores representa actualmente uma parcela reduzida dos horários e, segundo o ministro, não impede o normal funcionamento das aulas. Para acompanhar desdobramentos sobre políticas educativas, visite a nossa secção de Política e continue informado.
Crédito da imagem: Ministério da Educação
Fonte: Lusa